- Marcio Ferreira
- 7 de fev. de 2019
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Não é coisa de se comparar de forma simplista. n
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Ambos se apresentam com competidores, mas estão intimamente ligados pelos malefícios que trazem em seu bojo. Em principio, é impossível fazer tal associação entre o fogo e seu principal agente extintor, mas na realidade pode ser um momento muito importante quando ambos, na pior potencialidade, oferecem situações em que vidas e propriedades são ceifadas, além do prejuízo enorme que isso acarreta para a sociedade. n
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Nas grandes capitais de nosso País, tal combinação tem gerado problemas, pois, se há fogo e precisam ser combatidas as inundações, o deslocamento eficiente das viaturas dos Corpos de Bombeiros para a faina necessária fica comprometido.n
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Nesses casos, o pior momento ainda é aquele em que, havendo um grande incêndio, boa parte dos homens do fogo estão atuando como “homens da água”, advindo dessa situação alguns problemas que, por certo, acarretarão possíveis prejuízos. n
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Da mesma forma que se propala que em matéria de incêndio a melhor ação é a prevenção, nos casos de fortes chuvas a antecipação de ações para evitar as enchentes teriam a mesma função de prevenção. As grandes metrópoles correm riscos dessa natureza, não basta ter sistemas, programas, homens e equipamentos para atuar em casos de inundação, é preciso agir preventivamente porque o excesso de água vinda da mãe natureza pode agravar as situações de grandes incêndios. n
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Diante desse cenário, chegamos à conclusão de que as enchentes agravam vários fatores de vida em uma cidade, em especial as nossas capitais, pois o relato da imprensa é recorrente nos meses de janeiro e fevereiro, sem que nenhuma providência seja tomada. n
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Fonte: Revista Incêndion
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- Engenharia de Incêndio
